Eu gosto de Guy Ritchie (“Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes”, “Snatch”).
Digo mais, acho bastante provável que, se você não é um fã purista de Sir Arthur Conan Doyle, você deve ter gostado do filme Sherlock Holmes. Eu gostei.
Falo de entretenimento, é claro – afinal essa é a proposta de Hollywood (além de lucro, é claro!). Uma obra deve ser avaliada a partir do seu objetivo.
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Acho engraçado, mas, em certos meios pseudo-intelectuais por aqui, é quase proibido gostar de cinema de entretenimento (principalmente de Hollywood).
Eu me lembro que quanto eu voltei dos USA (onde fiz, entre outros, um curso de crítica de cinema), um conhecido me convidou para escrever numa revista de cinema que ele estava criando. Era uma revista de crítica de cinema (que nunca saiu do papel, ou melhor, nunca chegou ao papel).
Ele timidamente, temendo me ofender, me convidou para escrever na revista, desde que eu estivesse disposto a escrever sobre cinema comercial. O motivo: nenhum dos outros colaboradores queria se dignar a escrever sobre Hollywood.
Aceitei feliz. Pena que nunca chegou a acontecer...
Os caras estão disponibilizando gratuitamente, para download, o álbum. E mais, o download vem completinho, com direito à arte/encarte do CD e as letras (em arquivo PDF).
Fotografei Ronei Jorge e os Ladrões de Bicicleta no Projeto Segundas Musicais, da Fundação Cultural do Estado da Bahia (20/10/2008), na Sala do Coro do Teatro Castro Alves.
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Outros álbuns que marcaram meu ano de 2009 (tocaram muito aqui em casa):
Otto, Certa Manhã Acordei de Sonhos Intranqüilos – a primeira música é sensacional!
Chachachá, dos Retrofoguetes, a melhor banda instrumental do Brasil.
Lucas Santtana, Sem Nostalgia – conheci graças a matéria na Carta Capital e gostei muito.
Maria Gadú, que minha namorada adora e não para de pedir.
Uma dica de meu amigo Perimar Moura (que também deveria ter um blog!!! Não sei por que não tem). Um vídeo que ele classifica como um “cordel animado”, chamado “Matuto no Cinema”.
Baseado num causo de Jessier Quirino Ilustração e design: Rebecca Agra Animação e edição: Marcus Hora
O jazz da Bahia não deve nada a ninguém. Quando digo isso, muitos dos meus amigos fazem cara de desentendidos... mas, há boas opções de jazz na cidade.
A melhor delas é a “JAM no MAM”, que Acontece todo sábado, no final da tarde/início da noite, no Solar do Unhão/MAM. Sob o comando do craque Ivan Houl.
Acompanham Huol, no MAM, os músicos Ivan Bastos (baixo), Paulo Mutti (guitarra), André Magalhães (piano) e André Becker (saxofone). Todo sábado, diversos outros músicos fantásticos aparecem e se juntam à estes caras.