Nos seis dias de carnaval, trabalho mais que em alguns meses inteiros.
Trabalho, em campo, uma média de quase 16 horas por dia. Isso sem falar do tempo envolvido com a gestão de toda a produção, afinal, trabalho com uma equipe de fotógrafos, segurança, taxi. O que me salva a vida é que eu posso contar com Marina. Marina cuida das fotos, desde o cartão de memória até a entrega ao cliente – seja via internet, seja via outras mídias. Marina baixa as fotos, faz backup, seleciona as melhores, edita e encaminha aos clientes. Marina ajuda, também, na gestão da equipe. Outra pessoa sem a qual minha vida no carnaval não seria fácil é Moisés. Não há um bicho mais besta que um fotógrafo com uma câmera na cara. Moises mantém-se atento ao que acontece ao meu redor enquanto eu me concentro nas imagens que os meus clientes precisam. Este ano o meu carnaval foi mais leve que o do ano passado. Trabalhei, este ano, para os camarotes do Nana, da Central, do Ilê, para o Oceania Club, para a festa Sunrire, para a Souza Cruz (com pontos de venda em 10 camarotes), Trident (no camarote Salvador) e Casas Bahia (que patrocinou o bloco de Ivete). Quatro clientes a menos que em 2008. Deve ser a crise!
Bloco Coruja, Ivete Sangalo no Farol da Barra, do Oceania Club