“É melhor viver do que ser feliz”. (Vinícius)
Sábado passado, participei das olimpíadas da escolinha do meu dindo Tiago.
Estava preocupado com as expectativas dele... e minhas.
Ele só falava em ganhar medalhas. Eu queria ganhar, na competição dos adultos, ao menos uma medalha, para fazê-lo feliz.
Fiquei frustrado!
Acordei cedo, me preparei, mas não houve medalhas... Quem ganhava as provas, recebia, como prêmio, um singelo pirulito.
Joguei futebol, comi cachorro-quente, tomei picolé. Teve até bingo!
Mas, medalha, que é bom: nada!
Tiago se divertiu muito: saltou no pula-pula, jogou basquete, salto em altura, futebol (marcou três gols), ganhou vários pirulitos e tomou muitos picolés.

Ela é uma menina linda, que adora ser fotografada – vive fazendo pose para o dindo fotógrafo.Pena que eu não tenho aqui... mas, as primeiras fotos que eu tirei dela foram no seu batizado, quando ela ainda tinha poucos meses, e eu ainda morava nos Estados Unidos – vim só para batizá-la.
Desde pequenininha ela faz pose para o dindo
Com o papai coruja, meu compadre Paulo

Malandrinha dando lingua para o dindo

O jazz da Bahia não deve nada a ninguém.
Quando digo isso, muitos dos meus amigos fazem cara de desentendidos... mas, há boas opções de jazz na cidade.
A melhor delas é a “JAM no MAM”, que Acontece todo sábado, no final da tarde/início da noite, no Solar do Unhão/MAM. Sob o comando do craque Ivan Houl.
Acompanham Huol, no MAM, os músicos Ivan Bastos (baixo), Paulo Mutti (guitarra), André Magalhães (piano) e André Becker (saxofone). Todo sábado, diversos outros músicos fantásticos aparecem e se juntam à estes caras.
A madrinha dele, Mila (minha irmãzinha), ao encontrá-lo, pergunta se ele seria o melhor aluno da turma, na nova escola.





Eu e o esportista
















