Já tinha publicado tantas fotos de Salomé, que resolvi dar um intervalo.
Mas, ainda faltava mostrar as fotos que fiz no último dia da temporada.
Fotografei as duas sessões naquela noite.

Achei o espetáculo melhor, mais amadurecido.

Espero pela nova temporada!

Sibelle é atriz.

No espetáculo Salomé, conforme já vimos neste blog, Sibelle representou a Lua.
Foi uma grande satisfação fotografar a atriz, depois de fotografar a personagem.
Não vai ficar só nisto, já estamos marcando novas fotos.

Sábado passado, participei das olimpíadas da escolinha do meu dindo Tiago.

Estava preocupado com as expectativas dele... e minhas.

Ele só falava em ganhar medalhas. Eu queria ganhar, na competição dos adultos, ao menos uma medalha, para fazê-lo feliz.

Fiquei frustrado!

Acordei cedo, me preparei, mas não houve medalhas... Quem ganhava as provas, recebia, como prêmio, um singelo pirulito.

Joguei futebol, comi cachorro-quente, tomei picolé. Teve até bingo!

Mas, medalha, que é bom: nada!

Tiago se divertiu muito: saltou no pula-pula, jogou basquete, salto em altura, futebol (marcou três gols), ganhou vários pirulitos e tomou muitos picolés.

Foto: Henrique Azevedo
Eu e Tiago, entre um jogo e outro, tomamos um picolé.
Reparem nos olhos de quem acordou antes das seis da madrugada...

Nanda é minha primeira dinda. Antes dela eu nem sabia que podia ser dindo um dia.
Ela é uma menina linda, que adora ser fotografada – vive fazendo pose para o dindo fotógrafo.

Pena que eu não tenho aqui... mas, as primeiras fotos que eu tirei dela foram no seu batizado, quando ela ainda tinha poucos meses, e eu ainda morava nos Estados Unidos – vim só para batizá-la.


Desde pequenininha ela faz pose para o dindo

Com o papai coruja, meu compadre Paulo
Com a prima Babi, e mamãe Mara, ao fundo
Brincando na fazenda

Malandrinha dando lingua para o dindo


Quando entrei no shopping ainda pensava em comprar elásticos para prender o cabelo. Quando saí, nem precisava mais deles.

Depois de 16 anos de cabelos longos, cortei-os.

Sei que vai ter gente que vai odiar, que vai sentir falta do comprimento dos meus cabelos.
Sei que vai ter gente que vai olhar estranho; alguns, talvez, demorem de me reconhecer.
Vai ter gente que vai tentar dissimular, mas que vai mostrar no olhar a sua verdadeira opinião sobre o meu novo visual.

Havia pelo menos dois anos que queria cortar o cabelo, e me faltava coragem. Desta vez, tentei não pensar muito. Fui lá e mandei cortar.

O jazz da Bahia não deve nada a ninguém.

Quando digo isso, muitos dos meus amigos fazem cara de desentendidos... mas, há boas opções de jazz na cidade.

A melhor delas é a “JAM no MAM”, que Acontece todo sábado, no final da tarde/início da noite, no Solar do Unhão/MAM. Sob o comando do craque Ivan Houl.

Acompanham Huol, no MAM, os músicos Ivan Bastos (baixo), Paulo Mutti (guitarra), André Magalhães (piano) e André Becker (saxofone). Todo sábado, diversos outros músicos fantásticos aparecem e se juntam à estes caras.

Nesta segunda, aconteceu outro show do projeto Segundas Musicais, da Fundação Cultural do Estado da Bahia.
Desta vez rolou jazz. Jazz de alta qualidade: Mou Brasil.
Mou é fantástico e se fez acompanhar de músicos maravilhosos.
Rowney Scott (sax)
Vitor Brasil (bateria)
Ldson Galter (baixo acústico)
Marcelo Gauter (teclado)




O irmão mais velho de Tiago, Francisco, vai trocar de escola.

A madrinha dele, Mila (minha irmãzinha), ao encontrá-lo, pergunta se ele seria o melhor aluno da turma, na nova escola.
Ele responde, com segurança, sem hesitar, que sim, será o melhor aluno da turma.

Tiago se aproximava deles, neste momento, e escuta o diálogo.

Mila, então, volta-se para ele e pergunta: “e você, Tiago, vai ser o melhor aluno da sua turma”?

Ele responde: “Não, tia Mila, eu sou do tipo mais esportista”.

Eu e o esportista